Estar Bem...

Serenidade
Bem é assim que me sinto, passei uma semana de cão. Semana passada, mas essa semana parece que tudo apesar dos pesares está tudo bem de acordo com o que chamam de paz espiritual. E pensar que fiz tempestades no fim de semana... sai de mim falei coisas que, nossa ridículo!
Mas me fraguei a tempo de cagar mais na mosca, nossa como ri de mim "idiota"....idiota fui eu insegura e besta. O que custa pergunta, "né"? Descobri uma coisa com os meus erros da semana. Descobri que a gente quando tem medo pensa e vê, só o que quer ver o que quer pensar. Julga e se antecipa,sofre sozinho apenas por pensar ridiculamente sempre que alguém esta nos passando pra trás, nos enganado, mentindo. O ser humano é ridículo não só quando ama não...digo isso no geral, dizemos que somos adultos, ironia do destino todos os nossos pecados são por infantilidades que nem mesmo no fim da vida deixamos de comete-los. Li esses dias o seguinte trecho de um poema que me fez pensar ainda mais no que passei...

A Eterna Criança 
Com a força do seu olhar intelectual e da sua penetração espiritual cresce a distância e, de certo modo, o espaço que circunda o homem: o seu mundo torna-se mais profundo, avistam-se continuamente estrelas novas, imagens novas e novos enigmas. Talvez tudo aquilo em que o olhar do espírito exercitou a sua sagacidade e profundeza tenha sido apenas um pretexto para este exercício, um jogo e uma criancice e infantilidade. E talvez um dia os conceitos mais solenes, os que provocaram maiores lutas e maiores sofrimentos, os conceitos de «Deus» e do «pecado», não signifiquem, para nós, mais do que um brinquedo e um desporto de criança significam para um velho, - e talvez o «velho homem» tenha, então, necessidade de um outro brinquedo ainda e de um outro desgosto, - por continuar a ser muito criança, eterna criança!

Friedrich Nietzsche, in 'Para Além de Bem e Mal'

Mas penso ainda comigo sou muito criança... na verdade somos todos crianças grandes.
Desde pequenos somos crianças.
Jamais deixaremos de ser crianças.
O máximo, quando adultos, é estarmos crianças ocasionalmente, mas seremos eternamente crianças.
O que muda apenas é o preço dos brinquedos.
Renegar esse fato nos tornará menos alegres, seremos mais sisudos, mais sérios e vivemos disfarçando uma realidade por conta das pseudo-aparências.
Ficaremos metódicos demais e nos irritaremos com pequenas coisas.
Não aceitaremos pequenas transgressões e nos transformaremos em síndicos das normas e condutas.
É preciso relaxar, alegrar-se com a vida e se surpreender com as coisas simples.
Destranque a porta do seu quarto emocional e libere a criança que tem dentro de você.
Faça coisas inesperadas.
Brinque, sorria, corra na chuva.
Assimile a certeza de que somente as pessoas seguras de si, adultas e resolvidas, são as que têm a capacidade de, sem se envergonharem, vez por outra, brincar como crianças de verdade.
Celi Poesias
Fazia tempo que não escrevia tanto principalmente poemas...não refletia mais...
Mas  tudo passa a única coisa que eu espero que se eternize de fato é esse amor que me fez pensar tanto...que me fez me sentir tão bem...
Meu amor esta feliz e eu assim:


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